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Terça, 07 Setembro 2010 09:49 |
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Opção para os alunos do ensino nocturno são os cursos de Educação e Formação para Adultos e as Novas Oportunidades.Foi com surpresa que Jorge Pires, ao chegar à escola, soube que o ensino recorrente vai terminar. As turmas de adultos que estudam à noite e que iam ingressar no 10.º ano já estavam feitas, quando chegou, em meados de Agosto, uma informação do Ministério da Educação a dizer para não se abrir novas turmas para este tipo de ensino, que tem vindo, ao longo dos anos, a perder alunos. Os que vão agora para o 11.º e 12.º anos vão poder terminar dentro desta modalidade, os que iam entrar terão outras alternativas, como os cursos de Educação e Formação para Adultos (EFA) e o Programa Novas Oportunidades"As turmas foram todas desfeitas.
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Segunda, 06 Setembro 2010 10:44 |
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É tempo de regresso às aulas e de fazer contas. Há as matrículas, as mensalidades, as propinas, o material e os livros escolares, a alimentação, o alojamento, as actividades extracurriculares. Gastos sem fim que os pais vão pagando. Uns com mais ginástica do que outros. A Pública foi conhecer quatro famílias e as suas despesas.Família Mira 3 filhos: "Ao fim de alguns anos é que uma pessoa percebe quanto custa realmente educar um filho. As despesas da educação de três filhos são um fardo pesado para uma família de classe média lisboeta. Rita é responsável pelo atendimento num serviço público. O marido, José Mira, é topógrafo. Grande parte do orçamento familiar é destinado à educação deles, admite a mãe. O objectivo é dar pelo menos um curso a cada um. Para isso, é preciso definir prioridades. E optar. Muitas vezes. Rita admite que quando decidiu engravidar não fazia planos a longo prazo. "Ao fim de alguns anos é que uma pessoa percebe quanto custa realmente educar um filho.
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Segunda, 06 Setembro 2010 10:21 |
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Há u ma semana, a horas da publicação das listas de professores que se candidataram a responder às chamadas "necessidades transitórias" das escolas, Ricardo Montes, autor do blogue Professores Lusos, publicou um texto em que começava por dizer que, apesar de não ser sua intenção escrever naquele dia, iria deixar "umas palavrinhas". Nesse momento, estavam 149 pessoas online e a caixa de conversação do blogue fervilhava com as intervenções de professores ansiosos. Tinham razões para isso, como admitia Ricardo Montes. No dia seguinte confirmou-se que, dos 50 mil candidatos, menos de 18 mil ficaram colocados. "Não fiquem, hoje, domingo, especados em frente ao monitor (...). Vão passear... Vão até a um café... Vejam um bom filme...", recomendou Ricardo Montes.
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Segunda, 06 Setembro 2010 10:12 |
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A Câmara de Mirandela ordenou o arquivamento do processo ao porteiro da escola Luciano Cordeiro, de onde saiu Leandro, o menino de 12 anos que se atirou ao rio Tua há meio ano.O presidente da Câmara de Mirandela, José Silvano, explicou ao PÚBLICO que "se chegou à conclusão, ouvidos o porteiro e o director da escola, que era difícil apurar responsabilidades do funcionário, que tinha indicações superiores para exercer várias funções na portaria". Além disso, José Silvano acrescenta que "não tinha determinações para distinguir os alunos que iam almoçar a casa dos que não iam". "Baseados nestes factos, não se podia culpar o porteiro. A Câmara só tinha que decidir sobre isso, que não havia condições práticas para qualquer sanção", sublinha José Silvano.
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Segunda, 06 Setembro 2010 09:53 |
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O novo Estatuto do Aluno foi hoje publicado em Diário da República, mas, segundo os directores escolares, os estabelecimentos de ensino não têm tempo de adaptar os respectivos regulamentos internos até ao início das aulas.De acordo com as associações de directores são necessários dois a três meses para concluir o processo. Em Agosto, ainda antes da promulgação do diploma pelo Presidente da República, Cavaco Silva, a Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) alertou que para entrar em vigor no ano lectivo que se aproxima, o documento devia ter chegado às escolas até ao final de Maio para haver "um prazo razoável" para adaptação às novas orientações. É que as alterações ao regulamento interno precisam de parecer do Conselho Pedagógico e aprovação do Conselho Geral.
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