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Escolas abrem sem regulamentos internos adaptados ao novo Estatuto do Aluno PDF Versão para impressão
Segunda, 23 Agosto 2010 08:39

310027O ano lectivo vai arrancar sem que as escolas tenham os regulamentos internos adaptados ao novo Estatuto do Aluno, que ainda nem foi promulgado. Segundo as associações de directores, é necessário entre “um a dois meses” para concluir o processo. O diploma foi aprovado em votação final no Parlamento a 22 de Julho e enviado para promulgação pelo Presidente da República a 6 de Agosto. Fonte do Palácio de Belém disse à Lusa que “ainda não há qualquer decisão” por parte de Cavaco Silva. O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares sublinha que este tipo de documentos, para entrar em vigor no próximo ano lectivo, deveriam chegar às escolas até ao final de Maio, para que haja “um tempo razoável” para a adaptação às novas orientações.

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Bibliotecno PDF Versão para impressão
Sexta, 20 Agosto 2010 15:16
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Associação de Municípios diz que fecho de escolas perturbará início do ano lectivo PDF Versão para impressão
Sexta, 20 Agosto 2010 10:47

 Associação de Mu309784nicípios diz que fecho de escolas perturbará início do ano lectivo. O Governo ignorou a discordância de algumas autarquias quanto ao encerramento das escolas, revelou hoje a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), alertando para as perturbações que a decisão governativa irá criar na abertura do ano escolar."Acreditamos que o processo não será resolvido de forma pacífica (...). Vamos reagir a esta situação, que poderá criar alguma perturbação no início do ano lectivo", em Setembro, avisou o presidente da Comissão de Educação da ANMP, António José Ganhão. Ontem ao final da noite, as Direcções Regionais de Educação divulgaram nos respectivos sites da Internet a lista das escolas que já não irão abrir portas no próximo ano lectivo, 701 no total, ao abrigo do programa de reordenamento da rede escolar.

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Autarca de Lamego acusa o Estado de não querer suportar custos com transporte escolar PDF Versão para impressão
Sexta, 20 Agosto 2010 10:36

Francisco Lopes, presidente da Câmara de Lamego, criticou hoje o Estado por não se responsabilizar pelos "elevados custos" com o transporte escolar que o município terá na sequência da concentração da rede escolar. O autarca diz que os custos a suportar pela autarquia são "o principal problema" do encerramento de 21 escolas do ensino básico no concelho. "A Câmara não assegurou, como as câmaras não asseguraram, junto do Ministério da Educação as condições em que os custos do transporte escolar seriam assegurados e estamos agora confrontados com uma proposta do Ministério da Educação (ME) que não cobre nem sequer 20 por cento dos encargos que vamos ter", afirmou o autarca, à Lusa. Para o presidente da Câmara, "é uma obrigação do Estado assegurar a deslocação das crianças, já que foi o Estado que promoveu este processo de construção de centros escolares e a concentração da rede escolar", comenta. Francisco Lopes adianta ainda que, no seu caso, a autarquia terá que despender cerca de 600 mil euros/ano por criança com o transporte escolar, o que penalizará "profundamente o equilíbrio financeiro" do município. Segundo referiu, o Estado propõe, por outro lado, um valor fixo de 300 euros, o que "é desde logo uma injustiça", defende.Escolas de Vinhais, em Bragança, com anúncio de encerramento vão abrir. Duas escolas do concelho de Vinhais, no Nordeste Transmontano, constam da lista das 700 encerradas pelo Ministério da Educação mas vão abrir em Setembro, como outras no país, por condicionalismos locais à concentração de alunos. O presidente da Câmara, o socialista Américo Pereira, que considera a concentração de alunos "um princípio correcto", defende que existem contudo condicionalismos impossíveis de ultrapassar como é o caso das distâncias geográficas neste concelho. "Fica muito caro e pondo no prato da balança o benefício de integrar em escolas grandes e o custo da deslocação e o sacrifício que implica para as crianças, é melhor que algumas se mantenham abertas", disse.

 

 
Ministra da Educação garante que acordos com municípios serão cumpridos PDF Versão para impressão
Sexta, 20 Agosto 2010 10:14

A isabelministra da Educação surgiu hoje após o Conselho de Ministros para decretar "encerrada a reorganização escolar do primeiro ciclo". Isto apesar das críticas que foram surgindo de várias organizações e de em algumas escolas não terem ainda terminado as obras de melhoramento. Sobre as críticas da Associação Nacional de Municípios Portugueses, a ministra garantiu - depois de ter frisado que os ataques vinham só de "alguns membros" - que "não correspondiam à verdade". E comprometeu-se com os acordos assinados. "Todas as condições que estão nos contratos serão cumpridas", afirmou Isabel Alçada.. A ministra desvalorizou também as críticas por entender que muitas eram feitas antes de ver "no terreno" as melhorias já realizadas. Disse mesmo que quando as famílias verificassem as novas condições que as crianças irão ter nos novos equipamentos, que a rede de transportes é assegurada, a atitude iria "imediatamente" mudar.

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